SOBREVIVI À UM RAIO!~ 08.02.2010


Simplesmente quase fui uma das vítimas do evento natural que ocorre juntamente com a chuva a quase 50 dias na cidade de São Paulo: o raio. Esse é fenômeno um tanto perigoso que em 10 anos, mata mais ou menos 130 pessoas. Estava eu, andando do colégio da minha irmã, onde fui fazer a inscrição do curso de teatro dela, para minha casa. Começara a chover, não uma chuva forte, como estamos acostumados a quase dois meses, mas uma chuva fraca, por mais milagroso que isso aparente. Andando na calçada, penso em andar mais rápido, um porque a chuva poderia piorar, dois porque um raio poderia cair perto de mim. E o que é que acontece? Meus pensamentos supostamente ganham uma força além do real e não é que um raio cai do meu lado, no asfalto da rua? Sabe, nunca tive tanto medo desses raios, mas quando um deles cai próximo de você, parece que o filme da sua vida passa em menos de 1,5 segundos. Som e luz vieram com a mesma velocidade. Um estrondo que geralmente escutamos após 5 ou 6 segundos após o clarão veio em sincronia com a tal luz. Level um susto tremendo. Mas olha o lado bom: não morri! Estou vivinha para contar essa história que me chocou. Não sei se tem algo a ver, ou se é apenas um mito, mas: Estejam sempre calçados ao andar em uma tempestade com raios!


Do mesmo autor que Byosoku 5 Centimetoru (de Makoto Shinkai), Kumo no Mukou, Yakusoku no Basho conta sobre um mundo futurístico, no qual o Japão está dividido em duas partes. Em uma das partes há uma misteriosa torre branca, tão alta que alcança o céu. Na outra parte, há 3 adolescentes que desejam ir à essa torre e para tal tentam construir um avião. Esses três personagens são Hiroki, Takuya e Sayuri e o filme retrata a vida deles, desde a adolescência até a vida adulta, mostrando seus sonhos, seus ideais e a perspectiva que têm sobre a vida. A história em si conta com um tom melancólico, típico das obras de Makoto, além da presença de um cenário literalmente fantástico e de ideais diferentes. Um desses ideais é que a solidão não é algo triste, mas sim um tipo de fuga para as pressões sociais. O filme em si possui uma história original, com uma ordem cronológica não linear e com cenas lentas, ao contrário de filmes hollywoodianos. Recomendo que assistam, pois é um filme diferente e é daqueles que só se entende a história ao vê-lo por completo.

Essa semana só estou passando para colocar esse post, aos poucos irei respondendo os comentários ok?
Sayounara!

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Posted by Mei

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